Planejamento urbano sustentável que integra proteção da fauna e segurança humana Crédito: Banco de imagens
A presença cada vez mais frequente de capivaras nas grandes cidades do Brasil fez com que autoridades ambientais e de saúde passassem a agir de forma coordenada.
Com a preocupação de evitar riscos à população e danos à fauna, diferentes órgãos têm discutido planos de ação que reúnem medidas educativas, monitoramento e, quando necessário, intervenções autorizadas por lei.
Limites e responsabilidades legais
Qualquer tentativa de captura ou remoção desses animais precisa seguir regulamentações específicas e apresentar justificativas concretas, como ameaça à saúde ou prejuízos ambientais significativos.
Isso significa que nem sempre as ações podem ser imediatas, pois dependem de estudos técnicos e autorizações formais.
Medidas preventivas visíveis à população
Entre as ações já aplicadas, estão a colocação de placas informativas em locais onde as capivaras são vistas com frequência.
Essas sinalizações orientam sobre como agir diante da presença dos animais e ajudam a reduzir práticas que possam atrair ou favorecer sua permanência em áreas de convívio humano.
Espaços para diálogo e esclarecimento
Audiências públicas têm sido um meio de reunir representantes da população, vereadores e órgãos técnicos para discutir soluções.
Nesses encontros, é reforçado que, apesar do aumento na presença da espécie, não há motivo para pânico, mas sim para atenção e prevenção.
Pressão por soluções mais rápidas
Alguns representantes da comunidade têm pedido ações mais efetivas, alegando riscos de acidentes e possíveis doenças.
Esse tipo de cobrança mostra que a questão não se limita ao campo ambiental, mas envolve também expectativas e demandas da população local.
Fonte: Jornal Correio