C6 passa a cobrar tarifa de clientes que ‘usam pouco’ o banco

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tarifa do C6 será de R$ 4 ao mês, mas será cobrada somente dos clientes que usam menos de R$ 500 em serviços, cartões de crédito ou débito, seguros ou que têm menos de R$ 1 mil em investimentos.

Considerando que a anuidade zero era justamente uma ‘marca’ das fintechs e bancos digitais, o anúncio público da cobrança foi mal recebido por uma parcela de clientes que consideravam a gratuidade da conta um atrativo.

“Acordei com uma mensagem do C6 avisando que a partir de abril começará a cobrar tarifa. Eu não pago tarifa de banco desde 2015, quando migrei para os bancos digitais”, relatou uma correntista no Twitter.

“Queria muito conseguir limite na C6, mas depois dessa tarifa vou me obrigar a desistir depois de uns 8 mês”, disse outro usuário do banco.

Em nota enviada ao Suno Notícias, o C6 disse que “decidiu mudar sua política de cobrança de tarifas apenas para parte dos titulares de conta pagamento”.

“Os clientes com pouquíssimo relacionamento com o banco terão uma taxa de manutenção“, diz o banco.

Sendo uma empresa privada e de capital fechada, o banco digital não informa qual a porcentagem dos clientes que possuem contas de pagamento – a modalidade que terá a cobrança da taxa de manutenção.

O número divulgado pelo banco é de 20 milhões de contas abertas até agosto de 2022, considerando usuários de todos os segmentos e tipos de conta.

Anuidade até então era de ‘produto exclusivo’ do C6

Sendo um banco com foco em pessoas físicas, o C6 possuía até então um único produto com anuidade – o cartão C6 Carbon.

A anuidade é de 12 vezes de R$ 85, mas com faixas de isenção. A anuidade é cortada pela metade para clientes que gastam a partir de R$ 4 mil ao mês nas modalidades crédito ou débito.

Além disso, há 100% de isenção para clientes que gastam R$ 8 mil ou investem mais de R$ 50 mil nos CDBs do C6.

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